Sep
28
2011

E então? Qual será o próximo prefeito de Joinville? (2)

Gosto muito de debates. Gosto de ouvir a opinião das pessoas, pois é assim que aprendemos, crescemos e então temos a oportunidade de formar nossa própria opinião. Que aliás, respeito cada opinião, cada indivíduo, sendo opinião política, religiosa, profissional ou qualquer outro tipo de opinião.

O tema do próximo prefeito surgiu a partir do texto http://ow.ly/6ELvt. Fiz alguns comentários no Twitter, escrevi uma opinião sobre a questão no meu blog e então novos comentários surgiram no Twitter. Bons comentários, que nos fazem refletir sobre o que já sabemos. E ao fornecedor novas informações, nos faz refletir também sobre o que acabamos de aprender.

Primeiramente gostaria de deixar absolutamente claro que não sou pró Udo. Como comentei, hoje ainda estou analisando os pré-candidatos, e o que acontece é que apenas não o descartei como opção de voto. Também gostaria de deixar claro que não acredito que o Udo Döhler será o novo Wittch Freitag. Aliás, achei um comentário muito oportuno: “… WF teve um, outra época”. Assino embaixo. Eu não vivi a época deste prefeito. Apenas ouvi histórias de quem viveu essa época. E até hoje as histórias que ouvi sobre o prefeito me deixaram a impressão que o saldo, no final, foi positivo. Todos cometem erros, e tenho certeza que o Wittch Freitag também cometeu alguns. E também não é possível agradar a todos. Sempre haverá os insatisfeitos. Mas na minha opinião o que importa é o saldo no final do mandado. Se o resultado foi positivo, devemos agradecer e então continuar aquilo que foi bom e corrigir aquilo que foi ruim. Quando o resultado é negativo, devemos escolher outro representante para por no lugar e esperar que este mude aquilo que não está bom.

No Facebook um colega meu fez o seguinte comentário que achei relevante para este tema: “A massa é burra, não há muito que a gente possa fazer a respeito.“. A mensagem em questão, extremamente direta, deixa claro que com certeza há muita gente desinformada. Entretanto, penso que pior que gente desinformada são pessoas sem opinião. Pessoas que não conseguem pensar por sí só, que apenas se deixam levar pela maré e muitas vezes se vendem por uma simples carrada de barro. Mas depois de refletir sobre a frase citada, cheguei à conclusão de que há sim o que fazer. Podemos primeiramente insistir e cobrar dos representantes uma posição sobre a educação no país. Podemos cobrar que eles forcem a instrução e façam a massa pensar. Se eles farão é outra história. Além disso também podemos expor nossa opinião e fazer com que os que estão ao nosso redor também consigam formar suas próprias opiniões. Se cada um conseguir criar 10 novos pensadores será uma grande vitória. Mas sempre haverá os que não querem pensar. E isso é fato. Mas para pensar é necessário antes de mais nada ter algum conhecimento. E para escolher um candidato devemos conhecê-lo.

Acontece que, como foi comentado em uma resposta aos meus comentários no Twitter, devemos conhecer verdadeiramente o candidato e não apenas aquilo que ele demonstra ser. Devemos evitar as máscaras, evitar as fantasias, e procurar conhecer profundamente quem são os candidatos. Conhecer o seu carácter e conhecer o que realmente são. Porém conhecer profundamente alguém, ainda mais no meio político, é quase uma missão impossível. Há muita imagem. Muitas vezes há especialistas envolvidos, preocupados somente com a imagem do político, ditando exatamente o que ele pode fazer e o que ele deve falar, evitando expor algo que não atrai eleitorado. E isso fica mais fácil de conseguir se você tem dinheiro para investir.

Voltando ao tema do dinheiro, de forma alguma quis dizer [na primeira publicação deste tema] que ricos não roubam. Como foi comentado, isso seria ingenuidade demais. Porém quando se tem dinheiro é possível criar com uma campanha que destaque os pontos favoráveis, e oculte aquilo que poderia ser prejudicial. E como saberemos identificar quando é apenas uma imagem vendida? Há riscos, mas a história nos mostrou uma vez que um administrador pode fazer alguma diferença. E talvez ele seja uma opção para a cidade. Eu não estou defendendo aqui o candidato. Estou defendendo aqui os meus interesses como cidadão e os interesses que julgo importantes para a cidade onde moro.

Mas como podemos saber quais são os interesses da cidade? Recentemente tivemos uma greve na edução. Várias semanas sem aulas e agora uma conta para repor. Isso demonstra os interesses da cidade? Quem estava por trás disso? A quem a greve realmente atingiu? Essa greve foi uma organização política para desmerecer o prefeito atual? Os problemas reclamados não eram problemas criados no mandato atual. Isso vem de tempos. Por que não foi organizada uma greve 3 ou 4 anos atrás? Eu não sou a favor da greve, a não ser em casos extremos. Mas sempre haverão greves, em várias épocas, em diversos mandatos. Temos outro exemplo de greve, a organizada pelos trabalhadores do correios. A greve é legítima? Estão reinvidicando o que lhes cabe por direito? Talvez se pensar bem, se juntar aquelas peças que parecem bem distintas encontraremos justamente essa questão da luta pelo poder. A briga que acontece todos os dias para saber quem manda mais. E hoje a impressão que tenho dos partidos é que eles apenas lutam pelo poder e não mais pelos interesses do povo ou pela ideologia que pregam. Se é assim, por que votar em um partido? Por que devemos esperar que o partido faça o que esperamos que faça pela ideologia que pregam?

Pra concluir, também não estou esperando um grande administrador. E concordo que a representatividade não está funcionando muito bem. Mas o que precisa então ser feito para isso mudar? O que precisamos para ter uma boa administração na cidade? O que precisa ser feito para termos um governo que realmente defenda os interesses da nação? Talvez uma reforma constitucional que retire todas as regalias atuais dadas aos políticos. Talvez uma reforma que permita que tais atrocidades cometidas sejam realmente punidas e que toda atitude contra o povo, sendo ela o que for, seja tratada como deve ser, com justiça, punindo os culpados e não apenas aposentando os envolvidos. Cada atitude negativa deve ser tratada e os responsáveis devem ser punidos adequadamente, para que não acabe tudo em pizza.

0
Sep
27
2011

E então? Qual será o próximo prefeito de Joinville?

Hoje achei muito interessante uma opinião que li em http://ow.ly/6ELvt sob o título “Candidatos para 2012“. Interessante que fiz uma leitura rápida e não me ative ao detalhe do último parágrafo, mais especificamente ao texto “Administradores que só tenham experiência em administrar empresas privadas com contas saneadas e com bom saldo em caixa, melhor que se abstenham da candidatura.“. Minha primeira interpretação do texto foi que o texto era pró Udo Döhler. Que aliás, foi uma interpretação errada, e pelo último parágrafo, citado acima, na verdade indicava uma posição contrária, ou seja, sugeria que o Udo Döhler nem deveria se candidatar.

Após eu comentar no Twitter que o que li me dava a impressão de que era a favor do Udo Döhler, recebi os seguintes comentários:

Nas empresas privadas é possível demitir, enxugar custos, aumentar as vendas e remunerar por resultados, e no executivo?

Ainda…A atual administração é hoje o maior cabo eleitoral de um “gerentão” como próximo prefeito.

Bom, minha opinião sobre o candidato Udo Döhler ainda não está exatamente formada. Ainda não conclui se ele realmente é ou não é um bom candidato para a prefeitura da cidade. Porém, tenho alguns comentários pessoais para fazer.

Primeiramente, não conheci efetivamente a administração do prefeito Wittich Freitag, mas até onde eu sei, ele se destacou na política especialmente por demonstrar uma boa administração e por prestar um serviço sério na prefeitura, que até hoje é lembrado. Aliás, já ouvi vários comentários do tipo “a cidade precisa novamente de um administrador”, fazendo referência ao prefeito Wittich Freitag.

O texto em questão também cita que o povo tem sentido a necessidade de um prefeito com experiência em administração, nem que seja uma quitanda e que tenha alguma experiência como síndico. E essa parte realmente me chamou a atenção. Um dos motivos é que eu concordo inteiramente com a posição de que hoje a cidade precisa de um administrador e não de um político. A cidade precisa de ordem, precisa colocar as contas em dia, e precisa de alguém que faça esse trabalho de forma séria. Precisa de alguém que saiba lidar com situações adversas encontradas na administração de empresas, mesmo em quitandas. Deve ser alguém que possa conduzir a cidade para um rumo administrativo melhor.

Porém, ao citar Udo Döhler indiretamente como um mau candidato, vejo que hoje a questão partidária está tomando conta da razão política das pessoas. Concordo que há limites, e ainda não tenho certeza se o Udo Döhler é um bom candido. Ainda não sei se votarei nele ou não. Porém ainda não encontrei motivos concretos para desacreditar totalmente dele. Vejo ele como uma possibilidade. A pergunta que me faço é por que não? Se ele tem experiência administrativa, é um ponto positivo, certo? E a questão de ter ou não bastante dinheiro na conta, isso é relativo.

Veja o caso do político famoso recente que faleceu após lutar tantos anos contra um câncer. José Alencar demonstrou uma postura excelente nos meios políticos, e era uma pessoa com bastante dinheiro. Então levanto a questão: é melhor alguém com muito dinheiro que não queira roubar (ou queira mas vamos pensar positivo), ou alguém que nunca viu mais de 4 dígitos na conta bancária e não vai saber o que fazer com uma verba de milhões de reais? Vejamos os exemplos de pessoas que ganharam na mega-sena e não souberam fazer nada com o dinheiro, nada que desse um resultado no futuro. Como o João da Borracharia, que tira, digamos, R$ 5 mil por mês, vai conseguir administrar a prefeitura da maior cidade do estado, reverter a situação atual e deixar um saldo positivo na conta, se ele mal consegue manter a borracharia que tem? Se ele realmente é um bom administrador, porque o João da Borracharia continua trabalhando na mesma borracharia de sempre desde que iniciou o serviço? Ou vamos ao exemplo da quitanda. Porque ele ainda não a transformou em uma rede de distribuição?

Não estou aqui defendendo o candidato Udo Döhler. Apenas estou tentando levantar a questão que todos os candidatos devem ser estudados com paciência. Como citado no texto, o fato de sabermos com esta antecedência possíveis nomes de candidatos nos permite, como eleitorado, saber mais detalhes sobre os candidatos, quem realmente são, o que fazem da vida, como trabalharam até agora e possíveis propostas.

Hoje minha opinião política é complicada. Estou tentado ser apartidário. Isso é ruim? Talvez. Mas hoje minha opinião sobre os partidos é que eles estão se esquecendo do que isso realmente significa. Ao invés de ideologias o que prevalece são os interesses próprios dos que estão no comando. E ao que me parece, as coligações servem apenas para cobrar favores. Ou pior, para aumentar as chances de eleger candidatos por somar votos em várias frentes, pois uma vez eleitos, cada um terá a sua vaga garantida. Não estou afirmando nada nem acusando ninguém. É apenas a impressão que tenho dos acontecimentos recentes da política brasileira.

Enfim, para [finalmente] concluir, não quero dizer neste momento que concordo com a candidatura do Fulano ou do Ciclano, muito menos quero desmerecer o crédito de qualquer candidato diante da sociedade. Penso que o que nos falta é um senso político maior, onde a população pensa, tira suas próprias conclusões, e então coloca como seu representante pessoas capacitadas e com boas propostas.

1
Sep
24
2011

O trânsito em Joinville: Motoristas vs Pedestres

Ultimamente várias pessoas que conheço fizeram comentários sobre essa questão, motorista x pedestre, aqui na cidade onde moro, Joinville. E a situação poderia facilmente ser resolvida com bom senso. Mas como sempre, todos querem ter a preferência sem colaboração, então, acaba virando confusão.

Eu tenho a experiência dos dois lados. Com pedestre vejo que há os motoristas e há os guerreiros. Há aqueles que respeitam o pedestre, que oferecem ao pedestre a segurança prevista em lei, onde o maior “cuida” do menor, e há também aqueles que parecem que estão em uma batalha, lutando pelo seu “espaço” quase como que, se pudesse, atropelaria sem remorso.

Como motorista vejo que há muito pedestre folgado. Que não se dá o mínimo de respeito e simplesmente espera que os carros parem todo o trânsito para que ele atravesse a rua, até mesmo fora  da faixa de segurança. Muitas vezes o pedestre não respeita o sinal, e mesmo com o sinal fechado para ele, ele quer atravessar e força a passagem. Um lugar onde isso acontece com bastante frequência é o sinaleiro da rua 9 de Março junto ao terminal central de ônibus. Sempre que passo ali há pessoas atravessando com o sinal aberto para os veículos, o que acaba gerando um transtorno no trânsito pois os carros precisam parar para esperar as pessoas terminarem a travessia.

Eu sou da opinião que deve haver o bom senso. Vejo muitos pedestres que não querem esperar nem 5 segundos, e também há os motoristas que não querem esperar nem 30 segundos. Se os pedestres observassem o trânsito muitas vezes veriam que se esperassem apenas alguns segundos, ou talvez 1 minuto, conseguiriam atravessar sem problema pois o fluxo dos veículos iria diminuir ou parar, as vezes em um sinaleiro. Se os motoristas também observassem o trânsito veriam que em muitos lugares a travessia é arriscada pois não há sinaleiro e o fluxo de carros é intenso, e nesses casos, eles deveriam parar e deixar o pedestre atravessar. Então o que falta, na minha opinião, é um pouco de educação dos dois lados.

Vejo que hoje temos em muitos pontos da cidade os guardas municipais, normalmente usando um uniforme azul. Já houve muita discussão na cidade por conta deles, e uma dessas discussões foi exatamente sobre o fato de que eles deveriam educar também os pedestres, e não apenas multar os motoristas que estão cometendo alguma infração. Já vi 2 vezes os guardas municipais exercerem o papel que se espera deles: instruir para melhorar o trânsito. Em um caso o guarda chamou a atenção do pedestre que estava justamente atravessando de qualquer maneira e acabou por alguns instantes interrompendo o tráfego, e em outra o guarda chamou a atenção do motorista por dirigir com as luzes apagadas.

Infelizmente já tivemos casos de acidentes por motoristas não respeitarem os pedestres, e por pedestres não respeitarem as leis de trânsito. Aliás, há leis de trânsito para os pedestres e os mesmos podem também ser multados, usando como referência o CPF ao invés da placa. Mas a questão da cobrança fica complicada pois hoje você só renova a licença do carro se não houver multas. Já para uma pessoa física não há nada para renovar. Porém temos a regularização do CPF através do imposto de renda, e talvez esse seria o momento de cobrar multas de trânsito. Mas com certeza isso geraria uma confusão e muita gente iria comprar a briga dizendo que é totalmente inadequado multar pedestres. Mas então como educar a população se não há nenhum tipo de incentivo? Quem sabe em um futuro próximo nossos governantes decidam investir na área de conscientização para as questões de trânsito.

fonte da imagem: http://amarildocharge.wordpress.com/2011/06/20/o-motorista-e-o-pedestre/

Motorista e Pedestre no sinaleiro

Motorista x Pedestre

Achei uma outra página com uma opinião bem pertinente sobre o assunto e gostaria de sugerir a leitura da mesma: http://www.pedestre.org.br/cronicas/motoristas-e-pedestres-em-busca-de-uma-convivencida-pacifica.

0
Aug
18
2011

10 Daily Project Manager Quotes

I took these ten quotes from the twitter: @ThePMCoach. And I’d like to recommend to everyone follow him, because he publish some very interesting quotes. These ten quotes are the most valuable quotes for me, and I will explain why.

  • Good project managers admit mistakes: that’s why you so rarely meet a good project manager.

Everyone knows someone who never admit mistakes. Someone who always blame something else like the team, the weather, the government. Well, this kind of people will never be a real project manager because when you admit your mistakes you can learn with them and make it better next time. Think about. If you have some document with all lessons your learned you can avoid it later. And you should write everything you need to avoid and you need to use it in the next similar project.

  • Someday is not a day of the week. Hope is not a plan.

If you want to plan something, you can’t use ‘someday’ to describe when you will do that. When you’re planning you need to decide when you want to finish it, and you need to say that, even if you’re work alone. If you don’t have a deadline, you won’t finish what you need to do ever. So, for everything, you need to create a plan and decide when you want to finish that.

  • Powerful project managers don’t solve problems, they get rid of them.

This is a very interesting quote, in my opinion, because you can misunderstand it. When you as a project manager rid a problem, you are not  just justifying it or doing something to simply solve but you will do something to avoid it, so this kind of problem won’t happen again. You know what’s the cause, and you will create a plan to not see it again in other projects.

  • The sooner you begin coding the later you finish!

When you are a software developer or if you work in this area, you can see it a lot. Most people just begin coding and never think about what they are doing or even worst, what they real need to do. So, when they realize what they will do, it’s too late and they need to work harder doing a lot of things again, changing everything and maybe it will bugging what is supposedly working. So, if you don’t have a plan, even a simple plan, maybe you will need to redo things and something you could finish in one week you perhaps will finish in two, in a good scenario.

  • Good estimators aren’t modest: if it’s huge they say so!!!

It’s a very serious problem. A lot of managers have a problem: “I know you can do it in only two weeks. You really don’t need four weeks and you know that.“. How can a good project manager plan something if the CEO don’t want to help? Or even worst, sometimes you think yourself: “It’s a peace of cake, I can do it in one week.” But you need two or maybe three weeks to do. So, if you know how the things work, and you know that you will need a month to finish, say so. You should never try to be the super as if you can work 30 hours per day.

  • Good project managers know when not to manage a project.

Sometimes you are late, and you need to release something, your customer is waiting, and so you think: “I won’t plan, I’ll begin coding and everything will work. I hope so.“. Well, this is not the situation about this quote. Really! When you think you don’t need to manage a project, it’s just because you can simplify the method, and you can save time avoiding what it’s not really necessary, like the bureaucratic things. You will always have a plan. But sometimes you don’t need wast your time writing a lot of documents and approving a lot of things. You just need to do a simple plan.

  • The more ridiculous the deadline the more money will be wasted trying to meet it.

It’s absolutely right! When you say: “You need to finish everything in one week.“, but you really need, let’s say, four weeks, you will spend a lot of money trying to meet this deadline. And it’s obvious because you will need to allocate more resources, you will need to pay the overtime, maybe with all this pressure the team will make mistakes and they will need to redo things wasting time, etc. Well, as we all can see, it’s so better say: “OK, you guys will have 4 weeks to finish.” and after these 4 weeks everything is done and working.

  • A goal without a plan is just a wish.

Think about: you have a goal, but you don’t have any idea about how to make it. So, you need a plan. That’s the idea. So simple. When you need to go to somewhere, and you never been there, you need to find out how to go there. So you pick up a map, check if your car is OK, if you have gas, and you ask for information. Simple like going to somewhere you need to create a plan, so you will know exactly what you need to do. And if something change, you must be prepared to recalculate your route.

  • Common sense is not so common.

It’s easy to meet people who think that everyone may know everything about what they have to do. But the real life doesn’t work like that. So that’s why you always need to be sure about what everyone knows and what are the most important things, what are the goals and how we’ll do the things. When you are not 100% sure about these things, maybe you will have something unexpected in the end, just because someone miss something, and you will say: “But I thought you know that.“.

  • A verbal contract isn’t worth the paper it’s written on!

And, in my opinion, the most important quote: WRITE EVERYTHING. You just need to use the e-mail, some wiki tool, or something like that. And when you talk with someone, send an e-mail confirming everything. Because after 2 months, noone will know exactly what everyone said, and two months late is a little bit complicated to remember everything. When you write the things you can: 1) make sure you understand what you need to do; 2) make sure others understand what you will do and what they need to do; 3) keep a document to know two months late if everyone did what each one really needed to do.

I hope all these quotes can help all readers. These quotes are very simple and anyone can use daily. So, think about and keep it in mind.

1
Aug
18
2011

Sindpd: é sério?

Minha categoria hoje possui um sindicado na região, chamado de SINDPD. Desde que comecei a trabalhar na área, nunca tive vontade de me sindicalizar, porque nunca quis ficar na “colônia de férias”. Pois é, há muito, na minha opinião, o que há no sindicato é a festa de final de ano e a colônia de férias. Fora 1 ano excepcional, em que o sindicato conseguiu um aumento de 17% no salário, ainda não consegui ver reais atitudes partindo do pessoal do sindicato. Temos a convenção, que é muito bonita, mas nunca vi muitas “brigas” por parte do pessoal do sindicato para tentar obter benefícios reais para a categoria, desde que eu comecei a trabalhar. O que na minha opinão é o papel do sindicato: brigar por uma melhoria constante nas condições da categoria. E venho sempre acompanhando as convenções e as mudanças.

Na última convenção houve um apelo pela maioria para que o sindicativo reinvidicasse a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Como algumas empresas já trabalham perto disso, então talvez a redução não seria tão onerosa para as empresas, e poderiam oficilizar a redução. Porém, apesar disso, não foi possível fazer um acordo. Foram para dissídio, e o juíz resolveu que a redução não era necessária. E agora, o que o pessoal do sindicato tem feito? Veja, eu não acho que deve haver confronto físico. Mas acho que deveria existir uma busca contante partindo do sindicado para tentar chegar ao acordo. Desde que comecei a trabalhar, não me lembro do sindicato ter insistido por algo que fosse fazer tanta diferença na vida dos trabalhadores da categoria como a redução de jornada. E se você parar para analisar, você vai ver que é um trabalho cansativo. Não fisicamente, mas mentalmente. E ter essa redução ajudaria a melhorar a qualidade de vida, já que daria alguns minutos a mais para estar com a família, fazer atividades de lazer ou sei lá o que cada um gostaria de fazer.

Mas fora isso, o que me deixou de boca aberta, foi o fato de que colocaram na convenção um ponto facultativo. Eu só gostaria de entender, afinal, quando é que as empresas, que visam o lucro, vão decidir por abrir mão de um ou 2 dias de trabalho por ser um ponto facultativo. Falando de órgãos do governo, é algo já comum que os pontos facultativos sejam realmente dados como feriado. Mas desde quando uma empresa vai escolher dar o dia de folga porque na convenção diz que é ponto facultativo, se a empresa NUNCA ANTES deu esses dias de folga? Bom, talvez meu pensamento esteja errado, e as empresas decidam dar o dia de folga já que a convenção diz que o ponto é facultativo. É esperar para ver.

Além disso, as melhorias da convenção são um pouco estranhas. Criaram um feriado? Feriado é bom, mas vai ser um dia de acordo entre as partes. É bom, mas prefiro redução da jornada. Agora o sindicato pode vir nas empresas nos intervalos para fazer o que eles fazem. Mas o que eles fazem? Temos 5 dias de folga quando casamos ou comprovamos a união estável. Afinal, precisamos descansar depois de f… bom, deixa pra lá. As empresas precisam pagar 100% do vale transporte para quem ganha até R$ 823,44 e não podem descontar 6%. Das pessoas que conheço, não consigo me lembrar de muitas que ganham menos que isso. A maioria das pessoas que conheço acho que ganham mais que isso. Acho que é um bom benefício, mas está beneficiando basicamente os estagiários. Posso estar errado. Não sei quanto as pessoas realmente ganham. Mas a impressão que tenho é que o salário médio é maior que isso. Então não sei exatamente quantas pessoas vão se beneficiar com essa cláusula.

Esse é o endereço da página para as mudanças propostas para a convenção: http://www.sindpd.com.br/index.php?pg=dissi&cdn=16

Só para finalizar. Acho que o sindicado deveria mobilizar a categoria, para tentar novamente um acordo com o sindicato patronal. Muitos falam que a maior empresa da região é que está impedindo a redução. Mas se no sindicato patronal a regra de voto é 1 voto por empresa, então quem está impedindo não é a maior empresa, que emprega cerca de 70% da categoria, mas sim as empresas menores, que são a maioria nas reuniões do sindicato patronal. E são nessas empresas que o sindicato precisa atuar fortemente. Claro, mobilizar a categoria para obter a maioria. Mas se só a maior empresa parar, digamos, em uma greve, ela só pode pedir e esperar que os outros empresários aceitam a redução. Duvido que 1 representante da maior empresa simplesmente decida por todos os outros representantes das outras empresas. Posso estar errado novamente. Mas se for, ô gente sem opinião.

2
Aug
08
2011

A novela do programa fidelidade

TAM - StarAlliance

TAM - StarAlliance

Talvez alguns já saibam da novela que está sendo o programa fidelidade da TAM pela qual eu tenho passado. Vou relatar aqui o que aconteceu, e explicar qual é o meu ponto de vista sobre esses programas fidelidade.

Eu fiz uma viagem esse ano, e comprei as passagens de ida e volta pela companhia TAM. Comprei pela TAM por causa do preço que estava mais barato e porque, apesar de ter andado muito pouco de avião, sempre tive uma boa impressão da empresa pelo que as outras pessoas que conheço falavam. Pessoas que já haviam utilizado os serviços dessa empresa e também de outras.

O grande problema dessa novela é que meus pontos simplesmente não apareciam. Eles não haviam sido creditados mesmo depois de quase 6 meses após a viagem. A primeira viagem de avião que fiz foi para Congonhas saindo de Joinville no ano passado. Foi super tranquilo. Mas na época me ofereceram o cartão e eu recusei, afinal, não pretendia andar muito de avião, e como os pontos expiram em 2 anos, e eu sei que é necessário uma infinidade para trocar por uma passagem, achei totalmente desnecessário.

Mas então na minha segunda viagem resolvi que eu iria me cadastrar no programa, pois eu iria tentar utilizar os pontos adquiridos pelo uso do cartão de crédito juntamente com os pontos das viagens de avião. E com isso então talvez eu conseguiria trocar por uma passagem. Fiz o meu cadastro e então comecei a acumular os pontos. Transferi alguns pontos do cartão de crédito para o programa Multiplus na tentativa de que os pontos, visto que é “um programa único de pontos”, me dariam o cartão azul do programa fidelidade da TAM. Não aconteceu. Mas até não ter ganho o cartão estava tudo bem, pois o cartão seria um bônus para quem viagem de avião e não para quem acumulou pontos no programa Multiplus.

O que me deixou chateado de verdade é que apesar da empresa ter um sistema computadorizado, simplesmente me pareceu que eles tinham que me achar nas câmeras de vigilância dos aeroportos para computar os pontos das viagens que fiz. Eu não entendo. Meu CPF está atrelado ao cartão fidelidade, e eu preciso informar meu nome completo para comprar as passagens. Não me lembro se precisa do CPF, mas por que é tão difícil adicionar os pontos ao programa fidelidade? Já não estava lá os canhotos da passagens? Se eu simplesmente mandar um e-mail pedindo para adicionar, vão me pedir os canhotos. Mas ao mandar os canhotos, precisam me procurar em algum sistema de algum lugar. Afinal, para me procurar não bastaria apenas o nome? Ou então os números dos bilhetes?

Bom, depois da viagem, como os pontos não apareciam no extrato, entrei em contato. Enviei os canhotos das passagens como solicitado, e sempre davam a mesma desculpa. Espere 20 dias. Pedi que me dessem alguma resposta, mas tive que esperar mais 20 dias. E depois mais 20 dias. E depois disso mais 20 dias. Cansado de tanto esperar, tentei mandar um e-mail para o presidente, mas a página simplesmente não funcionava. Eu tinha uma leve impressão de que não seria o presidente a pessoa a ler a minha mensagem. Mas pelo menos a página deveria funcionar. Eu não me importo que seja o presidente ou a secretária. Eu apenas quero que alguém leia e que esse alguém faça alguma coisa sobre o meu problema. Então comentei no Twitter sobre o meu problema, e alguém da @TAMAirlines resolveu responder. Mandei as informações, e depois disso, alguma coisa aconteceu.

Porém, depois de esperar mais algum tempo, verifiquei o extrato novamente e então apareceram alguns pontos. Mas os pontos adicionados eram menos do que eu esperava. Segundo uma tabela de pontos que eu vi na própria página da companhia, os pontos adicionados deveriam ser 5000 por trecho. Mas foram adicionados 3500 pontos na ida e 2500 pontos da volta. Ou a tabela está errada, ou eu não sei ler, ou o pessoal responsável pelo programa fidelidade não sabe utilizar os computadores. E quando comentei sobre o problema no Twitter, me pediram para telefonar e verificar questões de perfil de tarefa.

Então me pergunto: se é tão difícil assim manter um programa fidelidade que realmente fidelize o cliente, porque criaram o programa? Ou ainda, para que manter o programa? Na minha opinião, um programa fidelidade existe pelo simples fato de que o cliente, por ser fiel à marca, ganhará algum bônus em algum momento. O que me admira é fazer algo que parece não contribuir para o lado do cliente. Um programa fidelidade não precisa dar o que há de melhor da companhia. Não precisa oferecer para o cliente o melhor serviço. Basta oferecer algum produto ou serviço.

Por exemplo no caso da TAM, eles não precisam criar o programa e permitir que todos os assentos sejam ocupados com passagens emitidas pelo programa fidelidade. Eles poderiam se organizar e oferecer apenas um percentual de forma que ocupem os assentos que estariam vazios. Eu não posso afirmar com 100% de certeza, mas acredito que em muitos voos há cadeiras vazias. Porque não ocupar essas cadeiras com o pessoal do programa fidelidade? Mas o que parece é que eles não conseguem criar um bom plano para atender os clientes de forma a deixar eles felizes, e fazer um bom uso do que eles tem disponível. Ficam criando impecílios. Porque não definem uma quantidade X de pontos por trecho, e dão um percentual adicional para aqueles que já tem mais pontos? Mas pensando bem, é isso que eles oferecem quando você entra no site e lê o conteúdo da página que fala sobre o programa fidelidade.

Pois é, você só conhece o programa quando realmente vai utilizar o programa. Dai o que acontece? Você utiliza o serviço da companhia porque lhe parece o melhor serviço, e você as vezes paga um pouco mais porque acha que num futuro poderá utilizar o serviço da companhia como um agradecimento pelo fato de ter sido fiel à marca mesmo quando o preço desfavorecia.

Só para constar, meu problema é exclusivamente com o programa fidelidade da TAM. Eu não tenho nenhum problema com a empresa TAM ou com o serviço prestado por eles.  Todas as vezes que voei pela companhia fui muito bem atendido. Recebi uma balinha e um refrigerante. Afinal, ninguém é de ferro e dá uma sede danada ter que ficar esperando as vezes mais de 1 hora no aeroporto até embarcar, já que você precisa fazer o check-in com pelo menos 1 hora de antecedência em voos domésticos. E para voos internacionais você precisa estar cerca de 3 horas antes no aeroporto para fazer o check-in e se preparar para embarcar. Bem, nem tudo é um mar de rosas. O que vale mesmo é o prazer de voar. Ou não.

4
Jun
08
2011

Investindo na bolsa de valores – Estilo de vida

Muitos podem se perguntar o que é que o estilo de vida tem a ver com investimentos na bolsa de valores? Vou explicar e tudo ficará mais claro. E eu não estou falando apenas no sentido de ter um estilo de vida arrojado, “arriscando” seu patrimônio na bolsa de valores que é algo meio incerto, mas também a forma como você leva a vida no dia a dia. E a idéia desta publicação veio a partir do comentário que o Sr. Christopher Siqueira fez na minha publicação “Investindo na bolsa de valores“, e que também foi comentada na palestra que foi sobre investimento na bolsa.

Para começar, investir na bolsa de valores não é para todo mundo. Se você não está disposto a arriscar nem R$1 real, então você não pode aplicar na bolsa. Aliás, se você não está disposto a perder absolutamente nada, você nunca realmente terá investido seu dinheiro. Irá apenas colocar tudo na poupança, receber a correção da inflação, e no final terá o mesmo dinheiro que tinha no início. [Em outra publicação falo sobre esse assunto, que também foi comentado na palestra, de que a poupança não traz nenhum rendimento.]

Precisamos estar dispostos a correr alguns riscos para ter algum tipo de rendimento, para fazer com que o nosso trabalho no dia a dia  traga algum retorno [geralmente] não apenas depois dos 30 dias, mas que esse retorno aconteça futuramente e seus ganhos cresçam cada vez mais. Se você pegar um pouco do dinheiro que ganha hoje e investir de forma que esse pouco de dinheiro lhe traga mais dinheiro no futuro, em alguns anos você terá uma aplicação que lhe trará rendimentos ao ponto de manter o seu nível de vida e ainda permitirá investir cada vez mais. Vou explicar da minha maneira o que foi dito na palestra sobre investimento.

Em geral, a maioria das pessoas age da seguinte forma:

Salário Vs Gastos

Geralmente tudo que ganhamos gastamos de alguma forma

Ou seja, temos um ganho geralmente mensal de um valor em reais, e achamos uma forma de gastar todo o dinheiro que ganhamos criando assim um ciclo vicioso e sem fim. Temos geralmente dívidas que somadas resultam no valor total que ganhamos, e quando o orçamento é menor, durante o mês compramos coisas ou optamos fazer algo em que acabamos gastando todo o dinheiro. E esse não é o estilo de vida ideal. E por que não? Simples. Porque o nosso histórico diz que há um pico na nossa vida do dinheiro que ganhamos, e se não nos prepararmos haverá um momento em que a quantia que entra não é suficiente para pagar todas as dívidas do nosso estilo de vida. Mesmo se ganharmos algum aumento, neste estilo de vida teremos algo como a imagem que segue:

Salário Vs Gastos com Aumento

Quando ganhamos um aumento achamos outras coisas para gastar

De verdade nunca teremos nem mesmo uma pequena poupança. Alguns então vão dizer “mas eu tenho uma poupança, sempre guardo R$100 todo mês”. Isso é muito bom, mas não é o suficiente se a cada 30 meses (totalizando R$ 3.000 mil reais) você arruma alguma coisa para comprar e gasta o dinheiro, e depois então volta a “poupar”. Dessa forma teremos algo mais ou menos conforme a imagem abaixo:

Poupar um pouco do salário

Poupando um pouco do dinheiro que ganhamos

Mas essa ainda não é a situação ideal. Depois que começamos a mudar o nosso estilo de vida para ter um estilo de vida um pouco abaixo daquilo que poderíamos manter, e depois que começamos a poupar um pouco do dinheiro que ganhamos todos os meses, precisamos então nos organizar para fazer com que esse dinheiro poupado traga algum retorno no futuro, e que essa rentabilidade faça então parte do nosso “salário”.

Investimentos como parte da renda

Precisamos investir para que a rentabilidade faça parte da renda

Logo, podemos concluir que o ponto ideal é que tenhamos um estilo de vida onde teremos uma situação parecida com a descrita na imagem acima, criando um ciclo virtuoso, ao invés do ciclo vicioso. Mudando o estilo de vida teremos uma quantia como renda representada pela soma do nosso trabalho mais os rendimentos da nossa aplicação. Essa renda será então revertida em gastos e aplicação, ou seja, você terá um estilo de vida que representa um percentual daquilo que você ganha, e o restante você irá aplicar novamente, aumentando seus investimentos e consequentemente aumentando a sua renda. E dessa forma você terá cada vez mais renda, pois ela será a rentabilidade da sua aplicação, que aumentará a medida que você aumenta as aplicações.

Aqui novamente entra o investimento na bolsa de ações. Se você souber aplicar, terá oportunidades de rentabilidades melhores, o que lhe trará mais renda. Também existe a questão da liquidez. Por exemplo, ao investir em imóveis você terá mais garantias, mas terá pouca liquidez. Se precisar fazer dinheiro rapidamente, terá que baixar o valor do imóvel para vender rápido, ou então terá que esperar, muitas vezes por meses, até que haja algum comprador. Sabendo investir você poderá esperar por resultados melhores mesmo na bolsa de valores, considerado um investimento de alto risco.

A palestra que cito foi ministrada pelo Sr. Christopher Siqueira, dono da empresa CSInvest (@CSInvest) e os agradeço pelo material cedido.

 

2
Jun
06
2011

Investindo na bolsa de valores

Na semana passada assisti uma palestra que me chamou muito a atenção. O título da palestra foi “Como conquistar o seu primeiro milhão na Bolsa de Valores”, e preciso dizer que foi uma das melhores palestras que eu já assisti. Não foi chata, falou sobre algo interessante e de uma forma clara que todos puderam entender. Vou resumir um pouco do que eu observei, e desde já recomendo que participem quando surgir uma nova oportunidade.
Para começar o Christopher falou sobre a questão de poupar dinheiro. Como sempre, nada vem de graça. Você precisa começar com algo, e depois multiplicar. Então a história toda começa quando você ainda não tem muito. Você precisa ter disciplina, criar um plano e seguir o plano. Ter força de vontade para poupar, investir e depois colher os frutos desse trabalho. Na palestra ele demonstrou através de alguns cálculos simples como criar uma previsão de ganhos em um período de 30 anos. Um investimento inicial de 10 mil reais mais aplicações mensais de 100 reais. Vejam abaixo a planilha que ele apresentou.

Investimento

18 milhões de reais em 30 anos???

Ao ver isso você já começa a pensar: mas chega nesse valor mesmo? E a matemática é clara, você chega sim nesse valor. Mas então fica a pergunta, como conseguir rentabilidade de 2%? É nesse ponto que entra a bolsa de valores pois na bolsa de valores esse percentual, se bem aplicado, não é tão complicado de alcançar. Vai depender exclusivamente de quanto risco você está disposto a aguentar.

Em primeiro lugar, você precisa primeiro se informar e conhecer do assunto. Se você apenas colocar dinheiro na bolsa de qualquer jeito você vai apenas se dar mal. É importante deixar os sentimentos de lado, e deixar que quem realmente sabe do assunto faça o trabalho. E eu recomendo o pessoal da CSInvest, que foram os responsáveis pela palestra. Pelo que foi dito, até você que tem um perfil conservador vai querer investir.
Eu não vou entrar em mais detalhes da palestra pois quero apenas deixar “aquela vontade” para que cada um busque mais sobre o assunto, e quando possível assistam a palestra da CSInvest. Para um possível contato com a CSInvest, seguem os dados:

http://CSInvest.com.br

Twitter: @CSInvest

(47) 3455-5205 – Joinville

Demais Localidades – Ligue

(81) 4062-9605 – Recife

(61) 4063-6205 – Brasília

(41) 4063-5205 – Curitiba

(11) 4063-0658 – São Paulo

(51) 4063-6205 – Porto Alegre

(48) 4052-8205 – Florianópolis

(47) 3055-9205 – Jaraguá do Sul

(21) 4063-5205 – Rio de Janeiro

Por favor, fiquem a vontade para comentar, acrescentar ou quiser pedir alguma informação sobre a minha opinião sobre a palestra.

3
May
15
2011

Nóis pode fala tudo errado memo agora?

Vídeos do Jornal das Dez sobre a questão dos livros: http://glo.bo/lDmvMI

Livro Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprenderRecentemente recebi uma nota, no Facebook ou no Twitter, não me lembro, sobre o livro “Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender” que o MEC aprovou e o Ministério da Educação está distribuindo para muitos alunos. Interessante que esse livro “contém” erros de concordância em seu conteúdo e ensina que é aceitável falar errado. Quer dizer que o uso incorreto do português é aceitável. Que na verdade a questão não é português certo ou errado, mas sim adequado ou não adequado. Como assim não há português errado?

Eu sempre tive problemas nas aulas de português. Nunca fui o melhor aluno nas aulas, nem tirava as melhores notas nas provas e trabalhos. Minha média era boa, mas não era a melhor. Mas nem por isso eu dizia que eu falava corretamente. Se eu falo algo errado está errado e pronto. Mas agora, se eu falar errado, dependendo do contexto eu vou estar na verdade apenas usando um português mais ou menos adequado?

Desde cedo meus pais me ensinaram que eu deveria estudar e ser um bom aluno. Me dedicar (nada mais óbvio já que eu apenas tinha que estudar) e tirar boas notas. E desde cedo fui ensinado a ler para aprender as palavras para saber como escrever, como falar e quais são seus significados, usando quando necessário um dicionário. Além disso, eu deveria também aprender as regras da gramática, afim de formar as frases corretamente, adaptando as palavras para que estivessem em concordância. E sempre procurei escrever corretamente, mas sei que cometo vários erros, pois como disse, nunca fui muito bom em português. Nunca consegui realmente decorar todas aquelas regras de gramática. Mas não por isso penso que falo um português correto. Sei que falo errado e que devo me corrigir sempre que possível, aprendendo mais a cada dia.

Mas ao que parece, agora o MEC assumiu, aprovando o livro citado, que todo esse empenho de verdade não é necessário. E que agora, eu posso falar errado, sem concordâncias, pois estarei apenas falando um português que, dependendo do contexto, é apenas inadequado. Então, se eu escrever uma redação, poderei dizer ao professor que não apliquei as devidas concordâncias pois eu estava escrevendo pensando no português “popular”. Além disso posso também alegar que estou sendo flexível e que isso permitirá a desenvoltura linguística. Bom, na verdade, eu não poderei fazer isso, pois em avaliações será cobrado o “português culto”. Mas se será cobrado o português culto, as pessoas podem também usá-lo, não podem?

Eu não concordo com essa aprovação, e nem concordo que as pessoas aceitem falar de forma errada. Pessoas mais simples falarão de forma mais simples, e pessoas mais cultas falarão de forma mais culta. Mas todas devem evitar a forma errada. Se a gramática dita que deve ser usado da forma A, é a forma A que devemos usar. Não importa se uma pessoa importante não fala o português corretamente. Não devemos aceitar que as pessoas falem errado. Não devemos aceitar o uso incorreto do idioma. Devemos é incentivar o uso mais culto, para que cada vez mais as pessoas saibam como é a forma correta de usar as palavras. As pessoas, pela repetição, saberão como usar corretamente as palavras e não precisarão aceitar o seu uso incorreto. Se admitirmos o uso incorreto do idioma estaremos assumindo uma ignorância sem tamanho, gritando aos ventos: sêmo tudo anarfabeto mêmo dotô!

Aos que interessarem, sugiro a leitura da opinião do Sr. Augusto Nunes que eu achei muito bem elaborada: http://bit.ly/mIxoxm.

1
May
13
2011

Rio, o filme

rioHoje assisti o filme Rio. Pessoas comentaram que o filme era legal, e então achei que seria interessante assistir. E eu tive duas impressões sobre o filme, uma boa e outra ruim.
A parte boa é que o filme retratou uma realidade muito triste da qual fazemos parte pela nossa biodiversidade, que é o comércio de animais silvestres. É fato que temos um problema muito grande, onde muitos animais são caçados, capturados e vendidos no mercado negro. Começa ruim pelos maus tratos na captura e no manuseio. Depois eles ficam muito tempo sem nenhum cuidado, o que acaba matando muitos animais. E por último, quem compra muitas vezes nem sabe o que está fazendo, e o animal acaba morrendo mais tarde. Infelismente vemos isso várias vezes, na televisão, nos jornais, e é muito difícil combater, pois há muitos caminhos para contrabandear os animais. Como controlar isso? Como fiscalizar? E acaba sendo um dinheiro meio fácil, pois a pessoa precisa apenas ir até a mata e capturar os animais, assim como é retratado no filme.
Mas apesar de mostrar a realidade sobre o contrabando de animais, me deixou um pouco triste ver a forma como o Brasil é apresentado no filme. Não é um filme brasileiro, e acho que todos temos o direito de expressar nossas opiniões. Me deixou triste o fato de que as pessoas de fora pensam que o Brasil tem muito roubo, parece muito pobre e só pensa em festa. No filme há bastante destaque para a favela. Tudo bem que os passáros são levados para lá, mas o filme se passa quase que todo dentro da favela. Além de mostrar um aeroporto sem nenhum tipo de controle, onde qualquer pode simplesmente decolar.
Sobre a questão das festas, o filme se passa durante o carnaval. E no filme todo mundo está só festando, pensando no carnaval, e a cidade inteira para por isso. É claro, é um período de muita festa e todos sabemos que todo os envolvidos se dedicam muito antes e durante o carnaval. Mas no filme a impressão que tive é que nada mais importa. O que não é exatamente verdade. Eu não gosto muito de carnaval, mas admito que é muito trabalho, e admiro todos que se empenham muito para tornar tudo aquilo real.
E a parte que me deixou indignado de verdade foi que se você estiver no Brasil você será roubado. Até os macacos roubam no filme. E isso também não é completamente verdade. Temos problemas com roubos, e nem estamos perto de ser um país com uma taxa de criminalidade baixa e aceitável. Mas a impressão do filme sobre o assunto é que você terá problemas aqui. E isso não foi algo que eu esperava ver no filme dessa forma.
Bom, como disse, acho que todos temos o direito de opinar e expressar nossas opiniões, e respeito a forma como eles retrataram o Brasil no filme. E de verdade eu gostei do filme e recomendo que assistam. O lado negativo que citei não me fez desgostar do filme. Achei o filme muito bacana. O que aconteceu foi que esse ponto negativo me fez refletir: essa é a imagem que eles fazem dos brasileiros? O que temos feito que nos deixou com a imagem tão ruim? E o que temos que fazer para melhorar essa imagem?
Gostei muito do filme e recomendo. Mas reflitam também sobre o que o filme retrata. A questão dos roubos, da pobreza, de que carnaval é tudo e nada mais importa, e principalmente sobre a questão do contrabando de animais, algo que deveria ser levado muito mais a sério.

Ps: o passarinho bate no transformador, não vira torrada e ainda desliga a energia do Rio de Janeiro inteiro? Quem foi que fez essa instalação elétrica mal feita? (risos)

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